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Como o Yoga treina a mente: o que a Neurociência mostra

Quando se fala em Yoga, a atenção costuma ir para o corpo: a Postura, a flexibilidade, o equilíbrio. Mas boa parte do que a prática faz acontece na mente, e isso também tem explicação. Atenção, memória e regulação das emoções respondem ao treino do Yoga de um jeito que a Neurociência consegue medir. Ensinar Yoga com conhecimento atualizado é entender que a mente também é treinada, e como. Treinar a atenção muda a estrutura do cérebro A meditação treina a atenção de forma observável. A meditação que faz parte do Yoga é, antes de tudo, um treino de atenção: sustentar o foco em um ponto e voltar a ele quando a mente dispersa. Esse treino deixa marca. Um estudo conduzido no Massachusetts General Hospital, ligado a Harvard, mediu a espessura do córtex de praticantes experientes e encontrou regiões mais espessas justamente nas áreas de atenção e percepção interna do corpo, como o córtex pré-frontal e a ínsula. A espessura acompanhava o tempo de prática: quanto mais treino, maior a mudança. Não é preciso uma vida de prática para começar a ver efeito. Em um estudo controlado, oito semanas de um programa de meditação baseada em mindfulness foram suficientes para aumentar a concentração de massa cinzenta em regiões ligadas a aprendizado e memória (o hipocampo), à autorreferência e à regulação emocional. A mente, treinada com método, reorganiza o cérebro que a sustenta. Menos ruminação, mais regulação A Respiração consciente é parte do treino da mente. Parte do sofrimento mental é a ruminação: o pensamento que gira em loop. O treino de atenção do Yoga atua exatamente aí, ocupando os circuitos que alimentam esse loop e fortalecendo as áreas que regulam a emoção. Combinado à Respiração, que reduz a ativação da amígdala pela via do nervo vago, o resultado é um sistema nervoso que sai do alarme com mais facilidade. A mente fica menos refém do próprio ruído. Esse é o critério da YogIN® Academy. Não ensinamos que o Yoga acalma a mente porque equilibra energias. Ensinamos porque há mecanismos de atenção e de regulação que podem ser descritos e medidos. O Yoga propõe as técnicas, a ciência valida o que funciona e corrige o que não se sustenta. O que isso muda para quem ensina Um professor que entende a mente como alvo de treino conduz a aula de outro jeito. Sabe que pedir atenção sustentada na Respiração não é enfeite, é exercício de um circuito. Sabe explicar por que a prática melhora foco e humor ao longo das semanas, e não promete transformação mágica em uma aula. Ensinar a mente, com método e honestidade, é parte do que formamos na Formação Professor de Yoga com Neurociência. Conheça a Formação Professor de Yoga com Neurociência Fontes: Lazar SW, Kerr CE, Wasserman RH, et al. Meditation experience is associated with increased cortical thickness. Neuroreport, 2005;16(17):1893-1897. DOI: 10.1097/01.wnr.0000186598.66243.19.  |  Hölzel BK, Carmody J, Vangel M, et al. Mindfulness practice leads to increases in regional brain gray matter density. Psychiatry Research: Neuroimaging, 2011;191(1):36-43. DOI: 10.1016/j.pscychresns.2010.08.006. Dados recuperados via PubMed.

Não faça uma Formação em Yoga antes de ver esse vídeo

Escolher uma Formação em Yoga é uma das decisões mais importantes da sua vida profissional. Ela determina a qualidade do que você vai ensinar, a credibilidade do seu certificado e a segurança com que você vai conduzir as suas turmas. Antes de fechar qualquer curso, vale parar e fazer uma checagem objetiva. Neste vídeo, o Prof. Daniel De Nardi, professor de Yoga desde 1997 e coordenador da YogIN® Academy, reúne os cinco pontos que ele mesmo verificaria antes de escolher uma Formação. Assista e depois acompanhe o resumo logo abaixo. Os 5 pontos para verificar antes de escolher uma Formação em Yoga 1. Quanto você pode assistir do curso antes de decidir Este é o ponto mais importante. No Brasil, qualquer compra digital pode ser cancelada com reembolso em até sete dias. O problema é que muitos cursos liberam o conteúdo aos poucos: nesses sete dias você assiste a uma parte, espera pelas melhores aulas, e elas só aparecem no oitavo ou nono dia, quando o prazo de arrependimento já passou. Por isso, a pergunta certa é: posso ver toda a Formação antes de decidir continuar nela? Quando você tem acesso ao conteúdo completo, consegue tomar uma decisão coerente e prudente, olhando o que o curso realmente entrega. 2. Se a certificação é reconhecida pela Yoga Alliance A Yoga Alliance funciona como uma auditoria internacional. A instituição avalia o curso por meio de uma banca de professores nos Estados Unidos e confirma que ele atinge um padrão de qualidade reconhecido mundialmente. Com o selo, você fica autorizado profissionalmente a ensinar Yoga não só no Brasil, mas em mais de cem países. Mesmo que você não pretenda dar aulas fora do país, essa porta permanece aberta. E o reconhecimento em mais de cem países é, por si só, sinal de uma instituição séria. É a maior e mais antiga referência do setor, e as escolas de Yoga pelo mundo confiam em quem passou por esse processo. 3. Como estão as reclamações do curso na internet Pesquise o nome do curso, da escola e do professor em sites como o Reclame Aqui. É ali que a opinião verdadeira aparece. Quem não gostou da Formação, não foi bem atendido ou não recebeu o que foi prometido não vai estar na propaganda do curso, mas pode estar nesses canais. Essa leitura vale mais do que qualquer depoimento de aluno satisfeito. 4. Como são as avaliações de quem já fez a Formação Depois de checar as reclamações, olhe o outro lado: as avaliações dentro da plataforma onde o curso está hospedado. O que dizem os alunos que concluíram? O que eles valorizaram? A quantidade e a consistência dessas avaliações mostram bastante sobre a qualidade das aulas e, principalmente, do acompanhamento. 5. Qual a reputação e o tempo de ensino da instituição e do professor Há quanto tempo o curso existe? Cursos acabados de lançar têm mais chance de ainda não ter maturidade, porque toda Formação melhora com o tempo, à medida que o professor recebe feedback dos alunos e corrige o que precisa. Ninguém faz um curso perfeito de primeira. Verifique há quantos anos a Formação está no ar, quantos professores já formou e qual a reputação de quem vai ministrar: tem capacitação, reconhecimento por uma instituição como a Yoga Alliance, livros publicados? Como a Formação Professor de Yoga com Neurociência atende esses 5 pontos Analise os critérios antes de escolher uma Formação. Aplicando os mesmos cinco critérios à Formação da YogIN® Academy: Acesso completo antes de decidir: você assiste a toda a Formação durante 15 dias, com as 200 horas de aulas liberadas. No décimo quinto dia, decide se continua. Se não quiser, o cancelamento é simples e o valor volta imediatamente para a sua conta. Certificação Yoga Alliance: a Formação concede Certificação Internacional Yoga Alliance RYS® 200, válida em mais de cem países. Reputação aberta à pesquisa: pesquise YogIN® Academy, Yoga 3.0 e Daniel De Nardi à vontade, inclusive no Reclame Aqui. Avaliações dos alunos: mais de cem avaliações na Hotmart, com média 4,9 de 5,0, feitas por quem concluiu a Formação. Os alunos destacam a qualidade das aulas e do acompanhamento individual. Trajetória e autoridade: a YogIN® Academy fez a primeira Formação 100% online de Yoga do Brasil e forma professores desde 2015. O Prof. Daniel De Nardi é professor de Yoga desde 1997, autor de mais de dez livros (incluindo Yoga e Neurociência, lançado em 2025) e certificado pela Yoga Alliance na formação de 500 horas, autorizado a formar outros professores. Formação Professor de Yoga com Neurociência Ensine Yoga com certificação internacional e a segurança de quem entende o mecanismo de cada prática 200 horas, Certificação Yoga Alliance RYS® 200, 15 dias para conhecer toda a Formação antes de decidir. Conhecer a Formação Faça essa revisão sempre que for decidir uma Formação em Yoga. É ela que vai determinar a qualidade do seu futuro profissional.

O Segredo das Respirações do Yoga, Revelado pela Ciência

Toda escola de Yoga fala que a Respiração transforma a prática. A pergunta que quase ninguém responde é: o que a ciência tem a dizer sobre isso? Nesta série de três aulas ao vivo, o professor Daniel De Nardi, ao lado de Lucas e do português Bruno, abre uma pesquisa científica e mostra, técnica por técnica, o que de fato muda no corpo quando você controla a Respiração. O princípio é o mesmo de sempre na YogIN® Academy: o Yoga propõe a técnica, a ciência mede o efeito, valida o que funciona e corrige o que não se sustenta. Do que trata a série As três aulas giram em torno de uma revisão sistemática com meta-análise, o tipo de estudo com maior força de evidência, que reuniu 37 pesquisas sobre técnicas de Respiração e desempenho físico em esportes. A própria ciência reconhece, citada nos estudos, que esses controles da Respiração têm origem no Yoga e foram levados ao Ocidente no fim do século XIX. A revisão analisou quatro técnicas: Respiração Lenta, Respiração Rápida (hiperventilação voluntária), apneia (retenção) e Respiração alternada, esta última descartada por falta de estudos. Para julgar cada resultado, a série explica um conceito simples e poderoso, o tamanho do efeito: de 0 a 0,2 o efeito é considerado nulo; de 0,2 a 0,5, pequeno; de 0,5 a 0,8, moderado; acima de 0,8, grande. É esse número, e não a opinião do professor, que decide se a técnica funciona. Repare que a Respiração toca as duas frentes do trabalho com Neurociência. De um lado, a regulação do sistema nervoso: alternar entre o estado de ação (simpático) e o de calma (parassimpático). De outro, a longevidade com qualidade de vida: capacidade respiratória, saúde do coração e desaceleração do envelhecimento. Aula 01: por que confiar na ciência, e não no \"funcionou comigo\" A primeira aula estabelece a base. Os professores explicam a falácia anedótica, o erro de tomar a própria experiência como verdade para todos. Uma técnica que \"funcionou comigo\" pode ter funcionado por mil outros motivos. Por isso a ciência precisa de muitos casos, de um grupo de comparação e de estudos que possam ser revisados e atualizados por outros pesquisadores. A partir daí, a aula entra nas duas técnicas de Respiração acelerada: a hiperventilação voluntária (em torno de 60 ciclos por minuto) e uma versão ritmada mais lenta, próxima do kapalabhati. O resultado da revisão surpreende: para desempenho esportivo, a Respiração Rápida deu efeito praticamente nulo (0,06). Isso não a torna inútil. Ela provoca uma forte ativação do organismo, deixando a pessoa mais alerta, o que é útil para preparar uma apneia, para acordar ou para esportes específicos como o surfe. Aula 02: apneia, do surfe à longevidade A segunda aula é dedicada à apneia, a suspensão da Respiração, com pulmões cheios ou vazios. Lucas, que surfa ondas grandes, conta como a retenção sustenta a estabilidade emocional em situações críticas, quando é preciso enfrentar várias ondas em sequência sem entrar em pânico. Quanto mais tenso o corpo, mais oxigênio ele consome; a calma treinada economiza ar. No estudo, a apneia aparece em várias formas: retenção máxima, apneia fracionada (séries curtas com pausas) e retenção durante o exercício. O efeito mais interessante vai além do esporte: a apneia treina a tolerância ao gás carbônico e tende a elevar o VO₂ máximo, hoje um dos principais marcadores de saúde e longevidade. Aqui entra a segurança: a apneia em si não é perigosa, porque o corpo tem um reflexo que o \"desliga\" antes de qualquer dano. O risco está no acidente após o desmaio, por isso jamais se treina apneia dentro da água ou sozinho. Pessoas com problema cardíaco ou quadro de ansiedade devem evitar. Aula 03: Respiração lenta e coerência cardíaca A terceira aula traz a técnica que mais mostrou efeito no desempenho: a Respiração lenta. Com um aparelho de cardiofeedback, Bruno mostra ao vivo a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), a capacidade do coração de acelerar e frear, aceita mundialmente como marcador do estado geral de saúde. Ao respirar em torno de seis ciclos por minuto (cinco segundos inspirando, cinco expirando), o coração e a Respiração entram em sintonia, um estado chamado coerência cardíaca, e a variabilidade praticamente dobra na hora. É possível ajustar o ritmo: prolongar a expiração puxa o corpo para o parassimpático (calma); prolongar a inspiração puxa para o simpático (ativação). A técnica nasceu nos programas espacial soviético e da NASA, para manter pessoas funcionais sob pressão extrema, e depois chegou ao esporte. Como a variabilidade da frequência cardíaca cai com a idade, a prática regular, ao menos uma vez por dia, de cinco a dez minutos, ajuda a preservar a saúde do coração e a desacelerar o envelhecimento. A aula fecha com um lembrete honesto: nenhum suplemento atravessa com facilidade a barreira que protege o cérebro; o que mais entrega resultado hoje é informação bem aplicada, não promessa milagrosa. Assista à série completa As três aulas se complementam: a primeira ensina a ler a evidência, a segunda mostra a apneia na prática e a terceira entrega a Respiração lenta com demonstração ao vivo. Juntas, deixam claro por que a Respiração é uma das ferramentas mais acessíveis e poderosas do Yoga, agora com a chancela da ciência. Assista à playlist completa: O Segredo das Respirações do Yoga, Revelado pela Ciência

Por que a Neurociência explica melhor os efeitos do Yoga

O Yoga sempre prometeu muita coisa: menos ansiedade, sono melhor, mais foco, mais disposição. Por muito tempo essas promessas vinham acompanhadas de explicações vagas. O que mudou é que hoje a Neurociência explica melhor os efeitos do Yoga, e quando o mecanismo fica claro, um entendimento se multiplica em muitos benefícios. Não é uma técnica para cada problema; é um mecanismo que se desdobra em vários resultados. Um mecanismo, muitos efeitos O efeito da prática aparece no corpo e no comportamento. Quando alguém entende que a Respiração lenta regula o sistema nervoso pela via do nervo vago, entende de uma vez por que ela reduz ansiedade, melhora o sono e ajuda na concentração: são desdobramentos do mesmo mecanismo, tirar o corpo do estado de alarme. Quando entende que sustentar uma Postura de equilíbrio treina o cérebro e o corpo, entende por que isso serve tanto à coordenação quanto à longevidade. Cada peça de conhecimento se multiplica em várias aplicações. É o oposto de decorar uma lista de \"Posturas para isso, Respirações para aquilo\". Quem domina o mecanismo precisa de menos receitas, porque sabe construir a aplicação a partir do princípio. O que o maior estudo já feito mostrou Estudar a fundamentação é parte do trabalho do Professor. A amplitude desses efeitos não é só teórica. A maior revisão já publicada sobre exercício e saúde mental, no British Journal of Sports Medicine em 2023, reuniu 97 revisões sistemáticas, mais de mil ensaios e 128 mil pessoas. A atividade física mostrou efeito médio sobre depressão, ansiedade e sofrimento psicológico, comparável ao de tratamentos convencionais, e o Yoga, dentro do grupo de práticas mente-corpo, apareceu na frente na redução da ansiedade. Um mesmo tipo de prática alcançando vários desfechos de saúde mental. É preciso honestidade na leitura: parte dessas evidências ainda tem qualidade metodológica limitada, e o ranking fino entre modalidades pede cautela. Mas a direção é sólida e replicada. O Yoga propõe as técnicas, a ciência valida o que funciona e corrige o que não se sustenta. Por que isso muda quem ensina Para o professor, entender o mecanismo é o que multiplica o que ele consegue entregar. Com poucos princípios bem compreendidos, ele monta aulas para objetivos diferentes, adapta para públicos diferentes e explica cada escolha. Em vez de repetir uma sequência fixa, conduz cada turma pelo que ela precisa. É essa capacidade de multiplicar a partir do fundamento que formamos na Formação Professor de Yoga com Neurociência. Conheça a Formação Professor de Yoga com Neurociência Fonte: Singh B, Olds T, Curtis R, et al. Effectiveness of physical activity interventions for improving depression, anxiety and distress: an overview of systematic reviews. British Journal of Sports Medicine, 2023;57:1203-1209. DOI: 10.1136/bjsports-2022-106195. Dados recuperados via PubMed.

Como são as Avaliações da Formação Professor de Yoga com Neurociência

Toda Formação séria precisa avaliar o que o aluno aprendeu. Mas como isso acontece na prática, num curso 100% online? Neste vídeo, o Prof. Daniel De Nardi detalha as duas avaliações da Formação e o que cada uma exige. Avaliação teórica Depois de concluir todas as aulas obrigatórias, o aluno solicita a primeira avaliação, a teórica. Ao final de cada módulo há um quiz para revisar a matéria e confirmar o aprendizado. A prova é baseada nesses quizzes, então a melhor forma de estudar é refazê-los. São 30 questões de múltipla escolha, e é preciso acertar 21, o que equivale à média mínima 7. Avaliação prática A avaliação prática acompanha uma aula sua de 20 minutos. Aprovado na teórica, o aluno solicita a avaliação prática: uma aula simulada de 20 minutos, gravada em vídeo, conduzida com alguém que você convide. A ideia é simular uma aula completa, com abertura, teoria e correções, como você faria numa academia, num estúdio ou num atendimento particular. Essa aula é analisada item a item, com o feedback de quem ensina Yoga há quase 30 anos. O objetivo principal não é só aprovar, é apontar o que melhorar na qualidade das suas aulas. O certificado Atingido o nível exigido, você é aprovado e recebe o certificado com o selo da Yoga Alliance, que habilita você profissionalmente a ensinar Yoga não apenas no Brasil, mas em mais de cem países. Formação Professor de Yoga com Neurociência Ensine Yoga com certificação internacional e a segurança de quem entende o mecanismo de cada prática 200 horas, Certificação Yoga Alliance RYS® 200, 15 dias para conhecer toda a Formação antes de decidir. Conhecer a Formação As avaliações fecham um ciclo de prática, teoria e ensino, com retorno real sobre a sua atuação como professor.

Yoga com Neurociência: o livro que une a prática milenar à evidência científica

Depois de mais de 30 anos ensinando Yoga e estudando a ciência por trás da prática, Daniel De Nardi reuniu em um livro a abordagem que dá nome à YogIN® Academy: Yoga com Neurociência. Mais do que um manual de Posturas ou uma coletânea de artigos, o livro mostra por que a melhor forma de praticar, entender e ensinar o Yoga é à luz do que a Neurociência já sabe sobre o cérebro, a Respiração e o sistema nervoso. Ele articula os fundamentos filosóficos do Yoga com a melhor evidência científica disponível, sem misticismo e sem abrir mão da profundidade. O livro que une a prática do Yoga à evidência científica. Veja Daniel apresentando o livro Ver este vídeo no Instagram Por que \"com\" Neurociência, e não \"e\" Neurociência A primeira edição se chamava Yoga e Neurociência. Na segunda edição, o nome passou a ser Yoga com Neurociência, e a mudança de uma palavra carrega a proposta inteira da escola: a Neurociência não é um assunto paralelo ao Yoga. Ela é a lente que explica, valida e, quando preciso, corrige a prática. O Yoga propõe, a ciência confirma o que funciona e por quê. O que você vai encontrar A base fisiológica do que acontece no corpo durante a Respiração, as Posturas e o Relaxamento Como o sistema nervoso responde à prática e por que isso favorece sono, foco e regulação da ansiedade Uma ponte clara entre a tradição do Yoga e a evidência científica atual Linguagem acessível, com os termos técnicos sempre explicados para quem não é da área Para quem é Para quem pratica e quer entender o que acontece no próprio corpo, para professores que querem fundamentar o que ensinam, e para quem chega ao Yoga pela curiosidade científica e não pela dimensão mística. Estudar a fundamentação aprofunda a prática. Onde comprar Livro impresso: comprar a versão impressa Versão digital (ebook): comprar o ebook Kindle (Amazon): comprar no Kindle

IA e Yoga: a Inteligência Artificial vai substituir os Professores humanos?

Se a Inteligência Artificial já conversa, ensina e planeja em segundos, o que sobra para o Professor de Yoga de carne e osso? Na quarta BLACK CLASS da YogIN® Academy, o Prof. Daniel De Nardi sentou com um filósofo da mente para responder isso sem alarmismo e sem ingenuidade. O convidado foi João de Fernandes Teixeira, Doutor em Filosofia (Lógica, Ciência, Mente e Linguagem) pela UFMG, Mestre em Filosofia da Mente pela UNESP e graduado em Psicologia, professor na Universidade do Estado de Minas Gerais. O debate cruzou três campos que raramente se sentam à mesma mesa: Filosofia, Neurociência e Inteligência Artificial. Assista à conversa completa: Primeiro: o que é Inteligência Artificial A presença e o toque do Professor não são automatizáveis. Seguindo a tradição do Yoga e da Filosofia, que começam definindo o objeto, a conversa partiu da pergunta que quase todo debate pula. Na ciência cognitiva, explicou Teixeira, a mente é entendida como o sistema que processa a informação do cérebro. A diferença entre uma máquina comum e uma IA está em como esse processamento acontece: a sua máquina de lavar faz sempre a mesma coisa, enquanto um sistema de IA responde de forma contextual, adaptando a resposta na hora, conforme o estímulo muda. Foi isso que mudou por volta de 2020. Até ali, só seres humanos conversavam em linguagem natural. O salto veio do artigo \"Attention is all you need\" (2017) e dos modelos Transformer, que finalmente deram conta do contexto. E contexto, na linguagem, é tudo: \"manga\" é fruta ou parte da camisa dependendo da frase. Vencer no xadrez (Deep Blue contra Kasparov) ou no Go (AlphaGo) é um problema matemático fechado. A linguagem é aberta, e por décadas filósofos apostaram que máquina nenhuma daria conta dela. Deram. A IA imita a mente, mas o corpo fica de fora Aqui está o ponto que interessa a quem ensina Yoga. A semelhança entre cérebro e computador se limita à rede neural, e a rede neural é só uma fração do que somos. O corpo humano respira, tem coração batendo, química, metabolismo, células gliais, reações que nenhum chip reproduz. Como resumiu Teixeira, o que faz você ser você é a soma de tudo isso, não apenas os neurônios. Daí a distinção mais importante da live, entre dois tipos de consciência: Consciência primária, ou fenomenal: a experiência em primeira pessoa, sentir o mundo, estar vivo. Todo animal tem, e nenhum deles faz matemática ou conversa. Ou seja, consciência não tem nada a ver com inteligência, linguagem ou cálculo. Uma máquina inorgânica, sem vida, sem metabolismo, sem Respiração, não vive essa experiência. Uma câmera registra a imagem, mas não vê. Consciência secundária: conhecer o mundo, entender que ele existe, operar com linguagem. Isso, sim, uma IA pode simular, e ainda assim continuar \"desligada\", sem sentir nada. Teixeira fez a ponte sozinho: essa diferença entre saber e sentir é a mesma que o Yoga e a meditação trabalham o tempo todo. E foi direto ao ponto sobre quem promete uma IA que medita: \"meditar é prestar atenção no seu corpo, e ela não tem corpo\". O Professor de Yoga vai perder espaço? Conduzir uma aula é ler o aluno em tempo real. A resposta da live não é o \"não\" tranquilizador nem o \"sim\" de manchete. Comece por um dado contraintuitivo: a automação atingiu primeiro o trabalho intelectual (advogados, redatores, publicitários), não o manual. Nenhum gari perdeu emprego para a IA. Lidar com o mundo físico, calcular a força exata para segurar um objeto leve, descascar uma fruta, é mais complexo do que a linguagem, porque a evolução levou milênios construindo isso. Por isso o conselho de Teixeira para quem teme a IA foi quase um trocadilho: \"fique no mundo\". Quanto mais presencial e corporal o seu trabalho, mais difícil de substituir, porque substituir exigiria um robô, e robô bom ainda não existe. (O Optimus da Tesla, lembraram os dois, aparecia \"servindo chope\" operado por humanos escondidos.) A profissão de Professor de Yoga está exatamente nesse terreno protegido. O trabalho real acontece no contato: você toca, ajusta a Postura, percebe a Respiração travar, corrige o aluno que está forçando além do que deveria, regula o ritmo de outro sistema nervoso em tempo real. Uma IA transmite a instrução, mas, sem Respiração própria, não percebe a sutileza da Respiração do aluno à frente dela. Onde está o risco real: o online A live não foi ingênua. Se os chamados agentes de IA amadurecerem nos próximos anos, o conteúdo online de Yoga fica exposto: dá para imaginar vídeos inteiros, com pessoas realistas praticando, gerados por máquina. O vínculo presencial é o que a tecnologia não alcança; o vídeo genérico, sim. A leitura é direta para quem ensina: presença é o ativo, e é nela que vale investir. Os dois também mapearam riscos mais amplos, da concentração de poder e renda em poucas empresas (quando você pergunta ao ChatGPT em vez de clicar no link, quem criou o conteúdo deixa de ser creditado e remunerado) à opacidade das decisões, a \"caixa-preta\" que erra ou acerta sem que ninguém consiga rastrear o porquê. A IA como aliada do Professor O fechamento foi prático e otimista. A IA é uma das melhores ferramentas de estudo já criadas: preenche lacunas entre áreas, acelera pesquisa, organiza conhecimento, ajuda a chegar mais bem informado a uma consulta médica. Para a ciência, abre um capítulo novo, justamente o tipo de rigor que faltou ao Yoga por muito tempo, quando pesquisas eram feitas \"sem critério nenhum\". A prática baseada em evidências é coisa recente, do século XXI, e é esse o critério da YogIN® Academy. A conclusão honesta: a Inteligência Artificial não substitui a presença, a Respiração e o toque de quem conduz uma prática. Mas substitui o Professor que se recusa a usá-la. A pergunta certa não é \"a IA vai me substituir\", é \"estou aprendendo a usá-la antes que outro Professor aprenda\". A YogIN® Academy ensina Yoga fundamentado na Neurociência: o critério é sempre o mecanismo fisiológico, e a melhor ciência disponível. A Formação Professor de Yoga com Neurociência forma profissionais com Certificação Internacional Yoga Alliance RYS® 200, prontos para conduzir o que nenhuma máquina conduz, e para usar a tecnologia a favor do aluno. Conheça a Formação Professor de Yoga com Neurociência →

Mapa do córtex pré-frontal sobre uma cabeça, ilustrando estudo de fNIRS sobre Yoga e cérebro

O que o Yoga faz no cérebro: um estudo escaneou yogins durante Respiração, Postura e meditação

Em 2024, um grupo de pesquisadores fez algo que poucos haviam feito antes: mediu o cérebro de praticantes de Yoga em tempo real, enquanto elas respiravam, visualizavam Posturas e meditavam. A pergunta era simples e direta. O que cada parte do Yoga faz no cérebro, e o que muda quando alguém pratica por anos? A resposta, publicada na revista Frontiers in Neuroscience, mostra que cada componente da prática acende uma região diferente do córtex pré-frontal, e que a experiência reorganiza esse padrão. É mais um caso do princípio que orienta a YogIN® Academy: o Yoga propõe as técnicas, a ciência mede e explica o que acontece. Ver esta publicação no Instagram Como se escaneia um cérebro durante o Yoga A meditação altera, de forma mensurável, o estado do cérebro. O estudo acompanhou 40 mulheres praticantes de Yoga na China, divididas em dois grupos: 20 com prática longa, em média 6 anos treinando mais de três vezes por semana, e 20 com prática recente, em média menos de um ano. Enquanto elas executavam três tarefas, os pesquisadores usaram uma técnica chamada fNIRS, que mede a oxigenação do sangue no córtex, região por região. Onde há mais consumo e fluxo de sangue oxigenado, há mais atividade. É uma forma não invasiva de ver o cérebro trabalhando. As três tarefas representavam os três pilares de quase toda aula de Yoga: Respiração abdominal lenta e profunda, visualização de Posturas e meditação de atenção plena. Vale um esclarecimento honesto desde já: por causa da técnica, que exige a pessoa parada, as Posturas foram visualizadas mentalmente, não executadas fisicamente. As participantes olhavam imagens de Posturas simples e difíceis e imaginavam ativar a própria musculatura. Isso muda a leitura do dado, e voltaremos a esse ponto. Cada parte do Yoga acende uma região diferente O achado central é que os três componentes não ativam o mesmo lugar. Cada um recruta uma sub-região distinta do córtex pré-frontal, a parte da frente do cérebro ligada à atenção, ao planejamento, ao controle das emoções e à consciência de si. Respiração. Durante a Respiração abdominal, as praticantes experientes mostraram atividade significativamente maior no córtex pré-frontal dorsolateral, a área associada a planejamento, atenção sustentada, memória e regulação cognitiva. O efeito foi grande em termos estatísticos. Os autores sugerem que anos de controle respiratório lento melhoram a oxigenação e fortalecem o funcionamento dessa região, o que conversa com os ganhos de atenção e regulação emocional já descritos para a Respiração yôguica. Postura. Aqui veio o resultado mais curioso. As praticantes experientes relataram domínio muito maior das Posturas, como era de esperar, mas o cérebro delas trabalhou menos para visualizar as Posturas difíceis: a atividade no córtex pré-frontal ventrolateral foi mais baixa nas experientes do que nas iniciantes. Menos ativação para a mesma tarefa é o que a Neurociência chama de eficiência neural. O cérebro treinado resolve o problema gastando menos. Meditação. Na meditação de atenção plena, as experientes tiveram atividade maior no córtex orbitofrontal, ligado à regulação das emoções, e também no ventrolateral, ligado à consciência de si. São justamente as áreas que se esperaria recrutar em quem treina observar os próprios estados sem reagir a eles. Ver esta publicação no Instagram O contraintuitivo: às vezes menos atividade é mais habilidade A Postura também é trabalho de atenção e foco. Quando se fala em cérebro, a intuição manda associar mais ativação a melhor desempenho. O dado da Postura mostra o contrário, e isso não é contradição. Pense em qualquer habilidade motora bem treinada. O iniciante precisa pensar em cada detalhe, e o cérebro inteiro se agita; o experiente executa com economia, porque o circuito já está consolidado. A queda na ativação ventrolateral das praticantes experientes provavelmente reflete essa consolidação: anos de prática transformaram um esforço cognitivo em algo mais automático e fluido. Os próprios autores leem assim, com a ressalva de que visualizar uma Postura e executá-la fisicamente não são a mesma coisa no cérebro. O que isso diz sobre o mecanismo do Yoga Esse estudo encaixa em algo que a YogIN® Academy repete: o Yoga não é uma coisa só, são três ferramentas diferentes que agem por caminhos diferentes. A Respiração treina principalmente a região da atenção e do controle. A meditação treina principalmente as regiões da regulação emocional e da consciência de si. A Postura desenvolve eficiência no controle motor e corporal. Quando alguém diz que o Yoga melhora foco, humor e consciência corporal ao mesmo tempo, não é uma promessa vaga: são sistemas distintos sendo treinados em paralelo, cada um com seu substrato no cérebro. É também por isso que a prática combinada tende a render mais do que cada parte isolada. Você não está repetindo o mesmo estímulo três vezes. Está treinando três funções complementares numa sessão só. O que o estudo não prova (e por que dizer isso importa) Levar a ciência a sério é também marcar os limites do que ela mostrou. Quatro ressalvas honestas: A primeira, já citada: as Posturas foram imaginadas, não executadas. O dado sobre eficiência neural vale para a visualização da Postura, e os autores são claros de que o cérebro responde de forma diferente quando a Postura é feita de verdade. A segunda: o estudo comparou quem pratica há anos com quem começou há pouco, num único momento. Não acompanhou as mesmas pessoas ao longo do tempo. Por isso não prova que o Yoga causou as diferenças no cérebro; mostra uma associação forte entre experiência de prática e padrão de ativação. É possível que parte da diferença venha de quem se mantém anos na prática, e não só da prática em si. A terceira: foram 40 mulheres, todas de um mesmo país. É uma amostra pequena e específica, o que pede cautela antes de generalizar para todo mundo. A quarta: o estudo mediu o cérebro, não o comportamento. Ele não testou se as experientes estavam, na prática, mais atentas ou mais reguladas; mediu a atividade neural compatível com essas funções. Conectar uma coisa à outra é o próximo passo da pesquisa, como os próprios autores reconhecem. Nada disso enfraquece o Yoga. Apenas coloca o achado no tamanho certo. O Yoga propõe a Respiração, a Postura e a meditação; a ciência começa a mapear, com aparelho na cabeça, o que cada uma faz no cérebro. E o mapa, até aqui, é coerente com o que se ensina. O que isso muda para quem pratica e para quem ensina Para quem pratica, fica uma orientação concreta: não trate Respiração, Postura e meditação como a mesma coisa. Cada uma treina um circuito diferente, e a prática completa é a que mais entrega. Para quem ensina, o estudo dá vocabulário e fundamento. Dá para explicar a um aluno, ou a um contexto de saúde ou educação, por que a Respiração ajuda no foco e a meditação ajuda na regulação das emoções, apontando as regiões do cérebro envolvidas, sem recorrer a misticismo. Entender o mecanismo é o que separa quem repete frases de quem conduz a prática com fundamento. É isso que se forma na Formação Professor de Yoga com Neurociência. Conheça a Formação Professor de Yoga com Neurociência Fonte: Li X, Zhou Y, Zhang C, Wang H, Wang X. Neural correlates of breath work, mental imagery of yoga postures, and meditation in yoga practitioners: a functional near-infrared spectroscopy study. Frontiers in Neuroscience, 2024;18:1322071. DOI: 10.3389/fnins.2024.1322071. Dados recuperados via PubMed.

Formação em Yoga reconhecida pelo MEC?

Antes de escolher uma Formação, muita gente pergunta: ela é reconhecida pelo MEC? A resposta exige entender como a profissão funciona no Brasil. Neste vídeo, o Prof. Daniel De Nardi explica por que o reconhecimento do MEC faz pouca diferença para quem quer ensinar Yoga, e qual credencial realmente importa. Ensinar Yoga não exige curso do MEC Para dar aulas de Yoga profissionalmente no Brasil, você não precisa de um curso reconhecido pelo MEC nem de ensino superior. A atividade não é regulada pelo MEC, como acontece com Medicina ou Engenharia. Uma Formação em Yoga entra como curso livre, profissionalizante, fora do escopo de fiscalização do MEC. O reconhecimento do MEC pode ter algum valor de status, mas, em termos legais e profissionais, significa pouco. E vale a pergunta: os profissionais do MEC teriam condições de avaliar com profundidade a qualidade de uma Formação em Yoga? O reconhecimento que tem peso: Yoga Alliance Para ensinar Yoga no Brasil, você não depende do MEC. Faz mais sentido confiar em quem é da área. Por isso a Formação da YogIN® Academy é reconhecida pela Yoga Alliance, a maior instituição de Yoga do mundo. Uma banca de professores nos Estados Unidos avaliou a Formação, deu feedbacks e concluiu que ela atinge o nível de excelência exigido para o selo. Esse certificado habilita você profissionalmente a ensinar Yoga em mais de cem países, o que inclui toda a América, toda a Europa e diversos países na Oceania. É um documento com validade internacional, aceito mesmo se você for atuar fora do Brasil. Formação Professor de Yoga com Neurociência Ensine Yoga com certificação internacional e a segurança de quem entende o mecanismo de cada prática 200 horas, Certificação Yoga Alliance RYS® 200, 15 dias para conhecer toda a Formação antes de decidir. Conhecer a Formação Resumindo: a Formação não tem reconhecimento do MEC, e não precisa ter. Ela tem o selo da maior instituição de Yoga do mundo, que é o que vale para a sua carreira.

Toda aula de Yoga acontece no cérebro antes de acontecer no corpo

Dar aula de Yoga deixou de ser repetir Posturas e mandar respirar fundo. Quem ensina hoje precisa saber o que acontece no sistema nervoso de quem está no tapete: por que uma Respiração lenta tira o corpo do alerta, por que o equilíbrio treina o cérebro, por que o Relaxamento muda o estado em minutos. É esse conhecimento que transformou ensinar Yoga em profissão. E ele começa por uma ideia simples: toda aula de Yoga acontece dentro do cérebro antes de acontecer no corpo. Esse foi o ponto de partida de uma série de publicações do professor Daniel De Nardi no Instagram sobre dar aula de Yoga com Neurociência, que reproduzimos ao longo deste artigo e aprofundamos aqui. Ver esta publicação no Instagram A aula acontece no cérebro antes de acontecer no corpo A aula começa na atenção, antes de chegar ao corpo. A Postura que te equilibra, a Respiração que te acalma, o Relaxamento que te solta: nada disso é, em primeiro lugar, um evento muscular. É o sistema nervoso mudando de estado. O corpo executa, mas quem decide o estado é o cérebro, e cada elemento de uma aula é uma forma de conduzir esse estado em uma direção específica. Quem ensina entendendo esse mecanismo dá uma aula que o aluno sente na hora e leva para a vida. Quem ensina apenas a forma externa entrega metade. É aqui que está o critério da YogIN® Academy. Não ensinamos que o Yoga funciona porque é milenar ou porque equilibra energias. Ensinamos porque há um caminho fisiológico que pode ser descrito, medido e replicado. O Yoga propõe as técnicas, a ciência valida o que funciona e corrige o que não se sustenta. Ver esta publicação no Instagram O que a Neurociência viu no cérebro de quem pratica Yoga Em 2019, uma revisão sistemática publicada na revista Brain Plasticity reuniu os estudos que olharam diretamente para o cérebro de praticantes de Yoga com ressonância magnética estrutural, funcional e SPECT. A conclusão é direta: a prática se associa a efeitos sobre a estrutura e o funcionamento de regiões como o hipocampo (memória), o córtex pré-frontal (atenção e decisão), a amígdala (resposta de medo e alarme) e o córtex cingulado, além de redes de larga escala como a rede de modo padrão. São exatamente as regiões que a gente recruta de propósito dentro de uma aula. A atenção sustentada na Postura e na Respiração mobiliza o córtex pré-frontal. A regulação do medo e da ansiedade passa pela amígdala. A capacidade de soltar a ruminação envolve a rede de modo padrão. Quando um professor escolhe o que vai pedir na aula, ele está, na prática, decidindo quais circuitos vai ativar. A diferença entre saber e não saber isso é a diferença entre conduzir e improvisar. A Respiração é o controle de estado mais direto que existe O foco mental organiza a execução da Postura. De todas as ferramentas de uma aula, a Respiração é a mais rápida para mudar o estado do sistema nervoso, e é a mais bem explicada pela ciência. Um modelo neurofisiológico publicado na Frontiers in Human Neuroscience em 2018 descreve o mecanismo com precisão: quando a Respiração é regulada e a expiração se alonga, há estimulação do nervo vago e predomínio do ramo parassimpático do sistema nervoso autônomo, o ramo que desacelera o corpo. Frequência cardíaca, pressão e estado de alerta cedem. É por isso que uma Respiração lenta e uma expiração ampla reduzem a ativação da amígdala e tiram o corpo do alarme. O caminho é fisiológico, não simbólico, e passa pela Respiração e pela meditação, não por \"posturas de poder\". Quem ensina sabendo disso usa a Respiração como ferramenta de regulação, com intenção, e sabe explicar para o aluno por que funciona. Ver esta publicação no Instagram Equilíbrio e movimento: o cérebro que envelhece bem A regulação do sistema nervoso é uma das frentes. A outra é a longevidade. Cada vez que alguém sustenta uma Postura de equilíbrio, o cérebro recalcula posição, integra informação dos sentidos e ajusta o corpo em tempo real. É treino de propriocepção e de controle motor, o mesmo mecanismo que mantém uma pessoa firme e autônoma aos 70, aos 80 anos. A mesma revisão de 2019 aponta que muitas das regiões beneficiadas pela prática são justamente as que mais sofrem atrofia com a idade, o que coloca o Yoga como candidato a ajudar a frear declínios ligados ao envelhecimento. Movimento, força e equilíbrio entram na aula por essa porta: a da longevidade com qualidade de vida. Não como técnica para \"acalmar a mente\", mas como treino do cérebro e do corpo que envelhecem. São dois eixos de benefício diferentes, e um professor com fundamento sabe qual está trabalhando em cada momento da aula. Ver esta publicação no Instagram Por que ensinar Yoga virou profissão Juntando as peças: a aula acontece no cérebro, a Respiração regula o estado, o movimento treina a longevidade, e tudo isso pode ser descrito e explicado. Foi esse acúmulo de conhecimento das últimas décadas que tirou o ensino de Yoga do campo da repetição e o colocou no campo da competência. Dar aula deixou de ser mostrar a forma e virou conduzir um processo no sistema nervoso de outra pessoa, com critério. Para quem ensina, isso muda a conversa inteira. Não é mais preciso justificar o Yoga pela tradição ou pela fé. Dá para chegar em um contexto de saúde, educação ou trabalho e explicar, com a fisiologia na mão, o que cada Postura, cada Respiração e cada Relaxamento faz. Saber o mecanismo é o que separa o professor que repete promessas do professor que conduz uma prática com fundamento. É isso que formamos na Formação Professor de Yoga com Neurociência. Ver esta publicação no Instagram Conheça a Formação Professor de Yoga com Neurociência Fontes: Gothe NP, Khan I, Hayes J, Erlenbach E, Damoiseaux JS. Yoga Effects on Brain Health: A Systematic Review of the Current Literature. Brain Plasticity, 2019;5(1):105-122. DOI: 10.3233/BPL-190084.  |  Gerritsen RJS, Band GPH. Breath of Life: The Respiratory Vagal Stimulation Model of Contemplative Activity. Frontiers in Human Neuroscience, 2018;12:397. DOI: 10.3389/fnhum.2018.00397. Dados recuperados via PubMed.

Como ensinar as Posturas numa Formação de Yoga 100% online

\"Se a Formação é 100% online, como vocês ensinam as Posturas?\" Essa é uma das perguntas mais comuns de quem nunca estudou a distância. Neste vídeo, o Prof. Daniel De Nardi mostra como funciona o ensino de Posturas na primeira Formação 100% online de Yoga do Brasil, no ar desde 2015. Ensinar a Postura é diferente de executá-la O primeiro ponto: você não precisa dominar todas as Posturas para ensiná-las bem. Uma coisa é executar, outra é ensinar. Para ensinar, é preciso saber tecnicamente como a Postura se constrói, como transmitir essa informação ao aluno e como tocar e corrigir. Como o ensino acontece Mais de 60 aulas dedicadas a cada Postura, mesmo online. Na Formação, há uma aula para cada uma das principais Posturas do Yoga: são mais de 60 aulas detalhando como executar, quanto tempo permanecer, como corrigir, como transicionar e como oferecer alternativas para quem ainda não faz. Há ainda uma apostila com cada Postura, com imagens apontando as partes específicas e os efeitos de cada uma. O ponto alto são as práticas ao vivo, interativas: consigo ver o aluno em tempo real, corrigir a execução e responder dúvidas na hora. Depois da aula, conversamos com a turma e trocamos feedbacks. Por que o online pode superar o presencial No presencial, se a dúvida sobre uma Postura aparece dias depois, dificilmente o professor estará disponível. Online, a aula está gravada: você revê quantas vezes quiser, na hora em que precisar preparar a sua própria aula. Esse acesso contínuo dá ao aluno segurança para ensinar corretamente, algo difícil de reproduzir num curso presencial. Formação Professor de Yoga com Neurociência Ensine Yoga com certificação internacional e a segurança de quem entende o mecanismo de cada prática 200 horas, Certificação Yoga Alliance RYS® 200, 15 dias para conhecer toda a Formação antes de decidir. Conhecer a Formação Foi justamente o cuidado com o ensino de Posturas que ajudou a Formação a alcançar, em 2022, o nível de excelência reconhecido pela Yoga Alliance.

Banner do artigo Yoga e Neurociência, prática com ilustrações de cérebro

Yoga e Neurociência

A abordagem que explica o Yoga com fundamentação na Neurociência parte do entendimento de que as atualizações sobre o funcionamento do cérebro e da mente, decorrentes dos avanços nas técnicas de neuroimagem, exigem a revisão dos mecanismos tradicionalmente utilizados para explicar os efeitos do Yoga, à luz da literatura científica contemporânea. O Yoga tradicional continuará existindo e seguirá uma lógica semelhante à de outras linhas espirituais. Sua epistemologia permanece baseada em escrituras clássicas e nas reinterpretações propostas por gurus e professores contemporâneos. O Yoga fundamentado na Neurociência, por sua vez, assume como base epistemológica os pressupostos científicos e, por essa razão, não se propõe ao desenvolvimento espiritual como objetivo central. Nessa abordagem, as técnicas do Yoga são utilizadas para alcançar objetivos específicos relacionados ao melhor funcionamento do corpo, como o aumento do VO₂ máximo ou da variabilidade da frequência cardíaca (HRV). Além disso, diversos efeitos observados na prática do Yoga também aparecem em outras atividades físicas, bem como em técnicas meditativas ou respiratórias utilizadas em diferentes contextos. Esses efeitos têm se mostrado benéficos para o que vem sendo chamado de health span, entendido como o aumento do tempo de vida com saúde e funcionalidade. Nesse sentido, uma abordagem de Yoga fundamentada na Neurociência representa um avanço relevante tanto para professores quanto para praticantes.

O Cérebro no Pote

O Cérebro no Pote

O Cérebro no Pote Você já se questionou sobre a Natureza da sua realidade? Na Formação NeuroYoga apresentamos a Teoria da Consciência de Daniel Dennet em que reflete sobre a capacidade do cérebro de reproduzir a realidade. ------- O método que você vai aprender é um YOGA MODERNO e ATUAL, que entende que as técnicas do Yoga melhoram o funcionamento do cérebro, consequentemente do corpo e da mente. NeuroYoga é um Método que apresenta o Yoga à Luz das Neurociências. Yoga que apresenta evidências comprovadas. Sem Dogmas e Sem Misticismo! Veja no vídeo! https://youtu.be/Khgv-PSncUI

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Acompanhe o Conteúdo de Aprofundamento no Yoga pela Redes Sociais do YogIN Academy Nas Redes Socias YogIN App Academy você pode acompanhar o conteúdo de aprofundamento no Yoga. Diariamente, distribuimos conteúdo gratuito para quem está interessado em uma compreenssão do Yoga que vai além dos aspectos físicos. A proposta do YogIN App Academy é reunir yogins interessados em conhecer o Yoga mais a fundo. Em tudo que fazemos, colocamos muita dedicação, cuidado, carinho e amor. Estamos abertos e na expectativa de conversar com você:   Acompanhe as Redes Socias YogIN App Academy E-mail Atendimento ? contato@yoginappacademy.com WhatsApp [Número] ? 11 98861-5189 ?  WhatsApp [Web] Ficaremos muito felizes em nos conectarmos com você ♾! Interagimos em diversas redes sociais, nas quais distribuímos uma variedade de conteúdos gratuitos! Vem com a gente ?: Siga-nos no ? Instagram Curta nossa página no ?  Facebook Inscreva-se no nosso canal do ? YouTube Ouça nosso Podcast pelo ?  SoundCloud Ouça nosso Podcast pelo ? Spotify Ouça nosso Podcast pela ?  Apple Escute músicas de Yoga nas playlists que separamos para você no ?  Spotify   CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE YOGA ONLINE O Curso de Formação de Yoga Online do YogIN App é o maior do Brasil já tendo formado mais de 400 professores. Se você está ouvindo um chamado interno para ensinar essa prática milenar que faz tão bem às pessoas, conheça mais sobre o maior Curso de Formação de Yoga do Brasil. O Curso vem sendo aprimorado desde 2016 e em sua última versão está recebendo elogios + de 95% dos alunos que participaram. Este Curso abrange tanto as etapas da busca e modificações internas e também a parte didática na qual o aluno aprende como ensinar Yoga de verdade e como produzir modificações positivas nos seus alunos. O Curso conta com mais de 100 aulas gravadas além de encontros online mensais para que os alunos revisem o conteúdo e tirem dúvidas diretamente com os professores do Curso. Saiba mais sobre o Curso de Formação de Yoga do YogIN App Clicando AQUI https://yoginappacademy.com/formacao-yoga-online/ Namastê ? Feito com amor pela Equipe YogIN App para você ?

Quanta Felicidade o $ pode Comprar

Quanta Felicidade o Dinheiro pode Comprar?

Quanto o Dinheiro influencia na Felicidade? Entenda no vídeo a relação entre Felicidade o Dinheiro! Felicidade e Dinheiro são temas discutidos com intensidade desde  que as civilizações existem. Este vídeo é um trecho do documentário Happy, que ficou disponível no Netflix por um tempo, mas agora só pode ser encontrado no site dos produtores . Estre trecho mostra a relação entre dinheiro e felicidade e até que ponto o acúmulo de bens materiais pode interferir na qualidade de vida.  O documentário apresenta pesquisas e relatos pessoais sobre o que a ciência já descobriu sobre FELICIDADE  As histórias dos personagens contando seus relatos de transformação nos remete aos nossos próprios exemplos sobre histórias de vida e felicidade. Para explicar as conclusões das pesquisas, há entrevistas com especialistas em Psicologia Positiva. A Psicologia Positiva é uma área recente da Psicologia que estuda o quanto a mudança de hábitos e a compreensão de conceitos podem influenciar a Felicidade. Este ramo moderno da Psicologia parte do pressuposto de que se estados como a depressão podem ser medidos, por qual motivo não podemos mensurar a felicidade?     Neste trecho do filme é apresentado um estudo demonstrando que quando uma pessoa está na miséria e depende de dinheiro para questões essenciais como comer ou dormir com proteção, o dinheiro impactará tremendamente em sua felicidade. No entanto, à medida que as necessidades básicas são sanadas, a quantidade de dinheiro passa a não ser tão significativa para a percepção de felicidade das pessoas.     O estudo mostra que nos últimos 50 anos, a renda per capita dos americanos dobrou. No entanto, a percepoção de felicidade manteve-se estável. As pessoas não ficaram mais felizes que há 50 anos mesmo tendo casa maiores e vários carros. Se os bens não modificam a felicidade, o que tem impacto sobre ela?   https://youtu.be/2bFwag9ilng   Aula Magna de Aprofundando esse tema Na próxima quinta-feira, 6 de agosto às 21h, eu e meu irmão, Lucas De Nardi faremos uma aula ao vivo abordando esse tema como na aula COMO O CONHECIMENTO LIBERTA DO SOFRIMENTO. A aula acontecerá no perfil do YogIN App Academy no Instagram.  O YogIN App Academy é um espaço dedicado ao aprofundamento na Cultura do Yoga. Acreditamos que o conhecimento possa contribuir para a redução do sofrimento e para o cumprimento do propósito pessoal, por isso, no YogIN App Academy você poderá aprender mais profundamente os coneitos do Yoga e evoluir na sua jornada pessoal. Para participar basta você seguir o e se programar para a próxima quinta-feira, 6 de agosto, 21h ao vivo. Conheça as outras Redes Sociais do YogIN App Academy. Estamos produzindo conteúdo diário para quem quer conhecer o Yoga mais a fundo. O YogIN App Academy ensina quem busca no Yoga mais do que alinhamentos em posturas ou frases motivacioanais. Conheça nosso trabalho CLICANDO AQUI   https://yoginappacademy.com/blog/redes-socias-yogin-app-academy/     O que a Ciência sabe sobre a Felicidade? Este post traz um trecho muito interessante sobre a relação do dinheiro com a Felicidade! https://yoginappacademy.com/blog/o-que-a-ciencia-felicidade/  

Maior Cuso de Formação de Yoga Online do Brasil

Como Surgiu o Primeiro Curso de Formação de Professores de Yoga ?

Como Surgiu o Primeiro Curso de Formação de Professores de Yoga  Você que está pensando em fazer um curso de Formação de Yoga vale a pena entender como historicamente esse tipo de curso surgiu.  https://youtu.be/kdy60nVq5ZU Neste vídeo mostramos como dois pilares foram essenciais para o sucesso da formação em Yoga. - Tradição do Yoga: Técnicas milenares assim como o uso do sânscrito foram preservados - Comprovação Científica: A ciência foi essencial na validação de que o Yoga produzia resultados e poderia de fato ajudar às pessoas.  No Curso de Formação do YogIN App Academy, preservamos esses dois pilares ensinando as técnicas registradas em escrituras e usando a ciência como base para a investigação do que funciona e do que pode ser prejudicial aos praticantes.Entenda também quem foram os principais personagens históricos do sucesso do primeiro curso de formação de professores de Yoga.     Como Surgiu o Primeiro Curso de Formação de Professores de Yoga  A transmissão dos ensinamentos dos yogis mais antigos para aqueles que estavam iniciando sua jornada, foi o método de ensino mais usado em toda a espiritualidade indiana. No Yoga, sempre foi assim. Quem queria aprender Yoga, tinha que abrir mão da sua família, vida social e trabalho e ir morar no mosteiro do mestre, dedicando-se exclusivamente ao aprendizado. Esses mosteiros são chamados na Índia de ashrams, uma espécie de centro de treinamento de conhecimentos espirituais.  Todos sabem que o mundo mudou bastante desde que o Yoga surgiu e os métodos para transmitir o conhecimento também. Para entender como a forma de se ensinar Yoga mudou, temos que voltar um pouco no tempo e entender como o primeiro curso de formação de professores de Yoga surgiu. No início do século XX, especialmente até a I Guerra Mundial, o mundo vivia uma esperança eufórica de que a Ciência resolveria todos os problemas do ser humano. Doenças, fome, miséria, tudo isso seria sanado pelo avanço do método científico que apresentava invenções inimagináveis naqueles tempos, como o telefone, a luz elétrica e descobertas medicinais como os antibióticos. A Ciência tornou-se a referência da Verdade para boa parte dos ocidentais. Na mesma época, a Índia estava sob colonização britânica e haviam distintos movimentos lutando pela independência no país.  Em 1893, Vivekananda ministra primeira conferência no Ocidente. O monge ganhou bastante notoriedade depois disso. Certa vez, Vivekananda recebeu provocações dos britânicos que diziam que os indianos eram fracos e afeminados. Vivekananda vendia para o mundo a ideia do indiano como um povo bem-sucedido, culto e com tradições espirituais milenares. Incomodado com a provocação, passa a estimular jovens indianos a fazer exercícios físicos. Como sua opinião tinha peso na sociedade indiana daquela época, campeonatos de fisiculturismo foram promovidos por todo o país e sistemas de ginásticas como o Malakhamb foram praticados em escolas públicas.  Yogendra é fruto desse movimento. Foi fisiculturista e admirador de Vivekananda. Como queria aprender sobre Yoga buscou a orientação do yogi Madhavadasa e autorizado pelo seu guru, começou a dar aulas de Yoga. Yogendra tinha uma convicção de que as pessoas comuns como advogados, médicos e profissionais liberais também deveriam praticar Yoga. Ele queria tirar a imagem de que o yogi é um asceta que vive isolado nas cavernas e trazer essa atitude de Yoga para o dia a dia das pessoas. Por incentivo do seu orientador Madhavadasa, que havia estudado em escolas escocesas, Yogendra motivou-se a provar cientificamente os efeitos terapêuticos do Yoga. Em 1918, fundou o primeiro instituto de Yoga aberto ao grande público. Neste local, produziu os primeiros testes científicos com as técnicas do Yoga.   As atitudes de Yogendra inspiraram outro yogi, Kuvalayananda, que apesar de ser mais velho, começou no Yoga depois dele, mas com o mesmo professor Madhavadasa.   Kuvalayananda tinha proximidades com os indianos que lutavam contra a colonização britânica e seus trabalhos ganharam expressividade por conta disso. Kuvalayananda foi bem sucedido em provar cientificamente os efeitos dos exercícios do Yoga e seu trabalho ficou conhecido no meio acadêmico. O reconhecimento mundial do Yoga, como sendo algo que “funcionava”, foi um símbolo importante para a libertação da Índia.  Os resultados das pesquisas de Kuvalayananda eram divulgadas pelo país e também na Inglaterra. Isso chamou a atenção de muitos professores de Yoga que iam ao Instituto Kaivalyadhama para ver os testes e aprender quais técnicas estavam produzindo os resultados terapêuticos. Kuvalayananda tinha de um lado a chancela da ciência, que como vimos ganhava muita força no Ocidente e atestava que o Yoga “funcionava” e de outro a ancestralidade das técnicas do Yoga aprendidas com Madhavadasa e com outro mestre que vimos no 1º vídeo, Sri Aurobindo. Isso produziu um grande fluxo de professores para o Instituto o que fez Kuvalayananda criar o primeiro curso para professores de Yoga da História.  Um dos alunos desse curso, foi o principal influenciador do Yoga no Ocidente, Krishnamacharya. Quer saber mais sobre Formação de Yoga? Deixe seu email no formulário abaixo que enviaremos mais material sobre esse assunto para você! new RDStationForms(\'formulario-news-063d2fa096f3e3188953\', \'UA-68279709-5\').createForm();

Resumo do Livro O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos de David Eaglemen

Resumo do Livro O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos de David Eaglemen

Resumo do Livro \"O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos\" de David Eaglemen Introdução Nesta emocionante jornada literária, exploramos as profundezas da mente humana por meio das palavras cativantes de David Eaglemen em seu livro \"O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos\". Ao longo deste artigo, mergulharemos nas ideias e descobertas intrigantes apresentadas por Eaglemen. Vamos desvendar os mistérios do cérebro humano, compreender como ele molda nossa identidade e explorar as complexidades do que nos torna únicos. Assista um vídeo explicando aspectos abordados no livro \"O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos\"  CLICANDO AQUI   O Autor e Sua Missão David Eaglemen: Um Visionário da Neurociência David Eaglemen, um renomado neurocientista e escritor, é o autor por trás desta obra-prima. Sua paixão por desvendar os segredos do cérebro humano o levou a explorar territórios inexplorados da mente. Eaglemen é conhecido por sua habilidade singular de traduzir conceitos complexos da neurociência para uma linguagem acessível, permitindo que o público em geral se aventure no mundo fascinante da mente humana. A Missão de Eaglemen Neste tópico, exploraremos a missão que orienta David Eaglemen em sua jornada de descoberta neurocientífica. Ele busca responder a perguntas profundas sobre a natureza da consciência, o livre-arbítrio e a experiência humana. Eaglemen nos desafia a repensar nossas noções preconcebidas sobre quem somos e como funcionamos. A Jornada da Neurociência A Viagem pelas Sinapses As sinapses são o cerne da comunicação cerebral. Vamos explorar como essas pequenas lacunas entre os neurônios permitem que informações sejam transmitidas e transformadas em pensamentos, emoções e ações. O Cérebro Plástico David Eaglemen nos leva a uma viagem fascinante pelo mundo do cérebro plástico. Descobriremos como nosso cérebro é capaz de se adaptar e reconfigurar ao longo da vida, resultando em aprendizado, memória e resiliência. Identidade e Percepção A Construção da Identidade O que torna cada um de nós único? Exploraremos como o cérebro molda nossa identidade, incluindo nossa personalidade, gostos e aversões. Eaglemen nos mostra como nossa história pessoal se entrelaça com nosso cérebro para criar quem somos. Os Sentidos e a Realidade Nossos sentidos desempenham um papel fundamental na formação de nossa realidade. Vamos examinar como o cérebro processa informações sensoriais e como isso afeta nossa percepção do mundo ao nosso redor. Questões Filosóficas Livre-Arbítrio vs. Determinismo Eaglemen nos desafia a refletir sobre o conceito de livre-arbítrio. Ele explora como nosso cérebro toma decisões e se perguntamos se realmente temos controle sobre nossas escolhas. A Natureza da Consciência Um dos aspectos mais misteriosos do cérebro humano é a consciência. Vamos examinar as teorias intrigantes apresentadas por Eaglemen sobre como a consciência emerge a partir das complexas redes neurais. Conclusão Ao final desta jornada pelo livro \"O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos\" de David Eaglemen, somos lembrados de que a mente humana continua sendo um dos maiores mistérios da ciência. Através das palavras de Eaglemen, ganhamos uma visão mais profunda de nossa própria existência e das maravilhas do cérebro. Se você está pronto para explorar o fascinante mundo da neurociência e desvendar os segredos do cérebro humano, este livro é uma leitura essencial. Perguntas Frequentes 1. Quem é David Eaglemen? David Eaglemen é um neurocientista renomado e escritor conhecido por suas contribuições significativas para o campo da neurociência. 2. O que torna este livro tão especial? Este livro é especial porque David Eaglemen consegue simplificar conceitos complexos da neurociência, tornando-os acessíveis a um público amplo. 3. O que aprenderei sobre o cérebro humano com este livro? Com este livro, você aprenderá sobre a plasticidade cerebral, a construção da identidade e as questões filosóficas relacionadas à mente humana. 4. Qual é a mensagem central de David Eaglemen? David Eaglemen busca explorar as profundezas da mente humana e questionar nossas noções preconcebidas sobre quem somos. 5. Onde posso adquirir este livro? Você pode acessar o livro \"O Cérebro – À Descoberta de Quem Somos\" de David Eaglemen aqui. Aprofunde-se no incrível mundo da mente humana e descubra as maravilhas do cérebro com esta leitura envolvente e perspicaz. new RDStationForms(\'formulario-news-063d2fa096f3e3188953\', \'UA-68279709-5\').createForm();

Resumo do Livro "Despertar" de Sam Harris

Resumo do Livro “Despertar” de Sam Harris

Resumo do Livro \"Despertar\" de Sam Harris Introdução No mundo agitado em que vivemos, encontrar momentos de paz e clareza mental é essencial. Sam Harris, em seu livro \"Despertar,\" explora as profundezas da mente e nos guia em uma jornada para uma maior consciência e iluminação. Neste artigo, vamos mergulhar nas principais ideias e conceitos apresentados por Harris em \"Despertar.\" Para ver o vídeo com a Sinopse do Livro CLIQUE AQUI   A Busca da Consciência O Propósito da Meditação (H1) Harris começa destacando a importância da meditação como uma ferramenta para alcançar a consciência plena. Ele argumenta que a meditação não é apenas uma prática espiritual, mas uma abordagem científica para compreender a mente. Mindfulness e Autoconhecimento (H2) No livro, Harris explora como a prática da atenção plena, ou mindfulness, pode nos ajudar a entender melhor nossos pensamentos e emoções. Ele enfatiza a necessidade de nos conhecermos profundamente para alcançar o despertar. A Natureza da Realidade A Ilusão do Eu (H3) Harris discute a ilusão do eu, argumentando que a sensação de um \"eu\" separado é uma construção da mente. Ele nos desafia a questionar quem somos realmente além das identidades que criamos. A Ciência da Consciência (H4) O autor aborda a pesquisa científica sobre a consciência e como ela está relacionada ao funcionamento do cérebro. Ele nos leva a uma exploração profunda da mente humana. A Ética da Consciência A Moralidade Sem Religião (H3) Harris argumenta que a moralidade pode existir sem a necessidade de religião. Ele defende uma ética secular baseada na compaixão e na razão. O Altruísmo Eficaz (H4) Neste capítulo, Harris discute a importância de fazer o bem de forma eficaz, focando em ações que realmente causem um impacto positivo no mundo. Conclusão \"Despertar\" de Sam Harris é uma exploração fascinante da mente humana e da busca pela consciência plena. Através da meditação, mindfulness e uma abordagem científica, Harris nos mostra o caminho para uma vida mais significativa e consciente. Agora, vamos responder a algumas perguntas frequentes sobre o livro: FAQs Quem é Sam Harris? Sam Harris é um neurocientista, filósofo e autor conhecido por explorar temas relacionados à mente, religião e ética. Por que a meditação é importante para o despertar? A meditação ajuda a acalmar a mente e a aumentar a consciência, o que é fundamental para o despertar espiritual. Como posso praticar a atenção plena no meu dia a dia? Você pode começar praticando a meditação mindfulness por alguns minutos todos os dias e depois aplicando essa atenção plena em suas atividades diárias. Qual é a mensagem central de \"Despertar\"? A mensagem central do livro é que a consciência plena e a compreensão profunda de si mesmo podem levar a uma vida mais significativa e ética. new RDStationForms(\'formulario-news-063d2fa096f3e3188953\', \'UA-68279709-5\').createForm();

Resumo do Livro "Being You" de Anil Seth

Resumo do Livro “Being You” de Anil Seth

Resumo do Livro \"Being You\" de Anil Seth Neste artigo, vamos explorar o livro \"Being You\" de Anil Seth em detalhes, oferecendo um resumo abrangente das principais ideias e conceitos apresentados pelo autor. Descubra como Seth nos leva a uma jornada fascinante através da mente, da consciência e da natureza da nossa própria existência. Para ver um vídeo explicando as Teorias da COnsciência presente no livro CLIQUE AQUI   Introdução: O Mundo da Consciência No primeiro capítulo deste livro envolvente, Anil Seth nos apresenta ao fascinante mundo da consciência. Ele explora as perguntas fundamentais sobre o que é a consciência e como ela emerge em nosso cérebro. Seth argumenta que a consciência não é uma entidade separada, mas sim um produto intrincado de nossos processos cerebrais. A Ilusão Sensorial Seth revela como nossos sentidos podem enganar-nos, criando uma ilusão da realidade que não corresponde necessariamente ao que está acontecendo fora de nossas mentes. Ele discute exemplos intrigantes de ilusões sensoriais e como elas podem lançar luz sobre a natureza da consciência. A Mente Constrói a Realidade No terceiro capítulo, exploramos a ideia de que nossa mente é uma construtora ativa da realidade que experimentamos. Seth argumenta que nossa percepção do mundo é altamente subjetiva e moldada por nossas experiências, expectativas e crenças. A Natureza da Identidade Um dos aspectos mais profundos deste livro é a exploração da identidade. Seth nos convida a refletir sobre quem realmente somos e como construímos nossa própria identidade. O \"Eu\" Fragmentado Ele discute como nossa identidade não é uma entidade coesa, mas sim uma construção fragmentada. Nossa percepção de \"eu\" está em constante mudança e é influenciada por uma série de fatores, incluindo nossas relações e experiências de vida. A Conexão entre Corpo e Mente Seth explora a relação complexa entre o corpo e a mente, destacando como nossas experiências físicas afetam nossa consciência e identidade. Ele oferece insights profundos sobre como as emoções e sensações físicas moldam nossa percepção de quem somos. A Natureza Fluida da Realidade Em capítulos posteriores, \"Being You\" mergulha na natureza fluida da realidade e como nossa mente pode criar realidades alternativas. Realidades em Mudança Seth argumenta que nossa percepção da realidade está constantemente mudando, à medida que nossa mente interpreta e reinterpreta as informações sensoriais que recebe. Isso nos leva a questionar a natureza da realidade objetiva. A Importância da Consciência Plena O autor destaca a importância da consciência plena na compreensão de nossa própria existência. Ele explora como a prática da atenção plena pode nos ajudar a acessar estados de consciência mais profundos e a perceber a natureza fluida da realidade. Conclusão \"Being You\" de Anil Seth é uma jornada fascinante para explorar a mente, a consciência e a identidade. O autor desafia nossas noções preconcebidas sobre quem somos e como percebemos o mundo ao nosso redor. Este livro é uma leitura essencial para aqueles que buscam uma compreensão mais profunda de si mesmos e da natureza da realidade. Perguntas Frequentes 1. Quem é Anil Seth e qual é sua formação? Anil Seth é um neurocientista e professor de Ciências Cognitivas e do Cérebro na Universidade de Sussex, no Reino Unido. Ele é amplamente reconhecido por seu trabalho inovador no campo da consciência. 2. Qual é a principal mensagem de \"Being You\"? A principal mensagem do livro é que nossa percepção de identidade e realidade é altamente subjetiva e moldada por nossa mente e experiências. 3. Como a ilusão sensorial é abordada no livro? O livro explora a ilusão sensorial para destacar como nossos sentidos podem nos enganar e influenciar nossa percepção da realidade. 4. O autor discute práticas espirituais ou filosóficas? Sim, Anil Seth discute a importância da atenção plena e como práticas como essa podem nos ajudar a explorar estados de consciência mais profundos.   new RDStationForms(\'formulario-news-063d2fa096f3e3188953\', \'UA-68279709-5\').createForm();  

Consciencia Explicada de Daniel Dennet - Resumo do Livro

Consciencia Explicada de Daniel Dennet – Resumo do Livro

Consciencia Explicada de Daniel Dennet - Resumo do Livro Introdução Neste artigo, vamos mergulhar na obra \"Consciência Explicada\" de Daniel Dennett. Esta é uma exploração fascinante da natureza da consciência humana e como ela pode ser compreendida através de uma perspectiva científica. Vamos desvendar as principais ideias e argumentos apresentados por Dennett ao longo do livro, analisando como ele desafia nossas concepções tradicionais sobre a mente e a consciência. Para ver um vídeo sobre a Teoria da Consciência defendida por Daniel Dennet chamada de Teoria Multi-Rascunho CLIQUE AQUI   O Que É Consciência? Antes de entrarmos nos detalhes do livro de Dennett, é importante termos uma compreensão básica do que é a consciência. A consciência é o estado mental que nos permite estar cientes de nossos pensamentos, sentimentos e do mundo ao nosso redor. É o que nos torna capazes de refletir sobre nossa própria existência e experiências. Mas como exatamente isso funciona? É isso que Dennett busca explicar. A Abordagem Darwiniana Dennett argumenta que a consciência pode ser explicada através de uma abordagem darwiniana. Ou seja, ele sugere que a consciência não é uma entidade misteriosa e separada, mas sim o resultado da evolução biológica. Ele traça a história da evolução e como as complexidades da mente humana se desenvolveram ao longo do tempo. O Mito do Eu Central Uma das ideias mais provocativas de Dennett é a ideia de que não existe um \"eu\" central que controla nossos pensamentos e ações. Ele desafia a noção tradicional de um ego separado e argumenta que a mente é composta por uma série de processos mentais independentes que trabalham juntos. Isso pode ser desconcertante para algumas pessoas, mas ele apresenta argumentos sólidos para apoiar essa visão. A Evolução da Linguagem Dennett também explora como a linguagem desempenha um papel fundamental na nossa consciência. Ele argumenta que a capacidade de usar a linguagem é o que nos permite pensar de maneira complexa e consciente. Ele examina como a linguagem se desenvolveu ao longo da evolução e como ela moldou nossa mente. Desafios à Teoria de Dennett Claro, nem todos concordam com as ideias de Dennett. Existem críticos que argumentam que sua abordagem reducionista não leva em consideração a riqueza da experiência consciente humana. Eles acreditam que a consciência é mais do que apenas um produto da evolução e da linguagem. Conclusão Em \"Consciência Explicada\", Daniel Dennett nos convida a repensar nossa compreensão da mente e da consciência. Suas ideias desafiam concepções arraigadas e nos levam a questionar o que realmente significa ser consciente. Independentemente de concordarmos ou não com suas teorias, o livro oferece uma visão intrigante e estimulante da natureza humana. Perguntas Frequentes 1. Quem é Daniel Dennett? Daniel Dennett é um filósofo e escritor americano conhecido por suas obras sobre filosofia da mente e da consciência. 2. Qual é a principal tese de \"Consciência Explicada\"? A principal tese do livro é que a consciência pode ser explicada através de uma abordagem darwiniana, desafiando ideias tradicionais sobre a mente. 3. Como a linguagem se relaciona com a consciência, de acordo com Dennett? Dennett argumenta que a linguagem desempenha um papel fundamental na nossa consciência, permitindo-nos pensar de maneira complexa. 4. Quais são alguns dos desafios às ideias de Dennett? Críticos argumentam que sua abordagem reducionista não leva em consideração a riqueza da experiência consciente humana. 5. Onde posso encontrar mais informações sobre \"Consciência Explicada\"? Você pode acessar o livro \"Consciência Explicada\" de Daniel Dennett em diversas livrarias online e bibliotecas.   new RDStationForms(\'formulario-news-063d2fa096f3e3188953\', \'UA-68279709-5\').createForm();